Seja bem-vindo,
Não se acanhe, pode entrar,
Sei como está se sentindo,
Venha, me deixe lhe abrigar.
Tenho pouco a oferecer,
Carinho, amizade e amor,
No frio procurarei lhe aquecer,
No calor serei o seu frescor.
O ouvirei quando quiser falar,
Mas respeitarei a sua reclusão.
Lhe darei os braços quando desejar me abraçar
E quando decidir passear lhe darei a mão.
Serei paciente quando você estiver chato,
Me policiarei para não lhe incomodar,
Quando o vir faminto serei comida em seu prato
E quando com sede, um rio para lhe saciar.
Saia, pode ir, seja livre,
Mas sempre volte para este abrigo,
Saiba que aqui vive
Um eterno e verdadeiro amigo.
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Seja bem-vindo,
Não se acanhe, pode entrar,
Sei como está se sentindo,
Venha, me deixe lhe abrigar.
Tenho pouco a oferecer,
Carinho, amizade e amor,
No frio procurarei lhe aquecer,
No calor serei o seu frescor.
O ouvirei quando quiser falar,
Mas respeitarei a sua reclusão.
Lhe darei os braços quando desejar me abraçar
E quando decidir passear lhe darei a mão.
Serei paciente quando você estiver chato,
Me policiarei para não lhe incomodar,
Quando o vir faminto serei comida em seu prato
E quando com sede, um rio para lhe saciar.
Saia, pode ir, seja livre,
Mas sempre volte para este abrigo,
Saiba que aqui vive
Um eterno e verdadeiro amigo.
Eduardo de Paula Barreto
www.opoetizador.com
Será um grande prazer tê-la em meu rol de amigos!
Desejo-lhe uma semana bastante proveitosa, com muita PAZ!
Abraços.
Cléria Saldanha
Escrevo auto-ajuda baseados nas técnicas da Programação Nuerolingüística.