INDELÉVEL
MariaRegina
Marcas do vivo amor que nos consome,
viva paixão em nossos ardentes corpos,
boca em tua boca nascente como o sol ...
quero morrer em ti de sede imensa,
no inviolável espaço de nós dois,
nos limites do diáfano encontro do depois ...
Reentrâncias preenchidas de desejos,
em espaços abertos, repletos de sentidos
e vontades impuras, notas aos ouvidos,
travessias reentrantes entrelaçam-se,
no turbilhão de tu'alma abrindo-se em mim,
perscrutando o amor pincelado em carmesim.…
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Postado em 5 agosto 2009 às 14:10 ‚Äî
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Seja bem-vindo,
Não se acanhe, pode entrar,
Sei como está se sentindo,
Venha, me deixe lhe abrigar.
Tenho pouco a oferecer,
Carinho, amizade e amor,
No frio procurarei lhe aquecer,
No calor serei o seu frescor.
O ouvirei quando quiser falar,
Mas respeitarei a sua reclusão.
Lhe darei os braços quando desejar me abraçar
E quando decidir passear lhe darei a mão.
Serei paciente quando você estiver chato,
Me policiarei para não lhe incomodar,
Quando o vir faminto serei comida em seu prato
E quando com sede, um rio para lhe saciar.
Saia, pode ir, seja livre,
Mas sempre volte para este abrigo,
Saiba que aqui vive
Um eterno e verdadeiro amigo.
Eduardo de Paula Barreto
www.opoetizador.com