Todos, num só lugar
BALADA DO FILHO MORTO
BRUNO MEZENGA
Dorme meu filho, dorme,
no berço da minha dor, coberto com meu sorriso,
encostado no meu peito, ao hino do meu amor.
Dorme, dorme, passarinho,
guardado dentro do ninho de espinhos que eu fiz tecer
no meu coração vazio,
para guardar teu silêncio, teu movimento macio,
teu
Postado em 28 julho 2009 às 1:44 ‚Äî

Postado em 12 julho 2009 às 17:16 ‚Äî

Postado em 12 julho 2009 às 17:13 ‚Äî

Postado em 12 julho 2009 às 17:09 ‚Äî

Postado em 12 julho 2009 às 17:07 ‚Äî
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Abraços,
Seja bem-vindo,
Não se acanhe, pode entrar,
Sei como está se sentindo,
Venha, me deixe lhe abrigar.
Tenho pouco a oferecer,
Carinho, amizade e amor,
No frio procurarei lhe aquecer,
No calor serei o seu frescor.
O ouvirei quando quiser falar,
Mas respeitarei a sua reclusão.
Lhe darei os braços quando desejar me abraçar
E quando decidir passear lhe darei a mão.
Serei paciente quando você estiver chato,
Me policiarei para não lhe incomodar,
Quando o vir faminto serei comida em seu prato
E quando com sede, um rio para lhe saciar.
Saia, pode ir, seja livre,
Mas sempre volte para este abrigo,
Saiba que aqui vive
Um eterno e verdadeiro amigo.
Eduardo de Paula Barreto
www.opoetizador.com